apanhar o autocarro,
businar ao trânsito da tarde,
podes passear o cão,
abrir a porta de casa,
pagar a conta do supermercado,
visitar os teus pais,
contar histórias aos filhos, e
dançar a jerusalema no shopping,
que os números nos impressos das finanças (dentro do arquivo metálico ou fora do expediente), continuam lá.
Como se nada fosse.
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