a voz à solta


Se leio, saio de mim e vou aonde me levam. Se escrevo, saio de mim e vou aonde quero.

03/09/2026

Peço batatinhas

Trouxe umas folhas do trabalho para ler no caminho, um livro de poesia farto de estar em casa e outro livro mais cheinho para encetar.
Depois fiquei um bocado coisa, talvez os meus olhos cansados ou a cabeça com ganas de almofada. Portanto puxei de um suspiro fundo, com restos dos frutos secos da tarde, e fiz-me ao telelé (já ninguém diz telelé). Encaminhei-me para os fundos do blog e estacionei nas estatísticas com risos. Há que tempos que não visitava esta cave mofenta. O que para ali vai!
Então temos visitas do Bangladesh neste restinho de internet? Milhares de gente nos estados desunidos a cá vir por dia? Para não falar nas paletes de europeus de várias cores e sei lá mais o quê que agora não me lembro.
Enfim. (Está-me a cheirar a vinho aqui no comboio, vinha a tentar disfarçar mas claro que vou no comboio, vou sempre no comboio, é no comboio que há tempo para os extras de origem).
A noite a cair deslizando na horizontal ali fora e a vontade de comer batatas fritas de pacote (trazida de Lisboa) inteirinha da silva. Mas não posso, já basta de gordices. 
Apetecia-me ser mais alta, mais magra e mais inteligente.
Mas daqui a pouco já passa.

4 comentários:

  1. Há textos que pedem um comentário e outros que pedem apenas companhia. Este pede batatinhas. Ahahahah uma delícia.
    Boa noite

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    1. Bom dia, noname
      Obrigada pelo comentário e pelas batatinhas 😊.

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  2. Ainda bem que não escreveu mais feliz...se bem que nisso as batatinhas podiam ajudar mais. Mas se não escreveu mais feliz tem afinal tudo o que é importante😉

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    1. Caramba, CC, é isso mesmo. ❤️
      Um domingo feliz, mas muito. 🤗

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