Desci pois com eles ao terraço onde os deixei abertos debaixo do telheiro, a secar.
Quando me voltei, os meus olhos bateram numa coisinha castanha, sensivelmente oval, a caminhar sobre a relva. Era o ouriço!! Fui a correr buscar um pratinho com comida dos gatos. Deixei-o num canto do jardim, protegido da chuva, para ajudar o bichinho na sua pós hibernação.
De manhã, um dos chapéus de chuva abertos estava deslocado para o fim do jardim, aham, e o pratinho de comida vazio.
Uma boa ação por dia, não sabe o bem que lhe fazia!
ResponderEliminarMesmo, eh eh, especialmente quando é uma ação boa para mim mesma. Porque é tão bom encontrar o prato vazio na manhã seguinte. 🦔
EliminarOlá Diogo!
Um ouriço de estimação e ainda assim livre, é o melhor dos mundos:)
ResponderEliminarÉ um animal adorável. No verão passado ia ao prato dos gatos e comiam todos juntos, gatos e ouriço.
EliminarTêm uma vida boa, de facto.
Olá CC, bom domingo 🌷
Que belíssima imagem, essa dos chapéus de chuva a secar como se fossem sentinelas do jardim. É um pequeno luxo da vida urbana (ou suburbana) podermos ser anfitriões destes visitantes silenciosos. Adorei o detalhe do chapéu de chuva deslocado. Quase parece que o ouriço decidiu improvisar um telhadinho móvel para a sua ceia de pós-hibernação. Há todo um mundo a acontecer no jardim enquanto dormimos, e este relato é um belo lembrete disso. O ouriço agradece a hospitalidade e nós agradecemos a partilha deste momento tão visual e terno.
ResponderEliminarE eu agradeço este generoso comentário, Daniel. 🙂
EliminarÉ verdade, enquanto dormimos o jardim continua em grande atividade. 🦔